BIOSTATE – BULAS2 BIOSTATE

Laboratório

Meizler

Apresentação de Biostate

250 U.I. e 500 U.I. – caixas c/ 1 fr.-ampola acompanhado de 1 ampola de solvente e 1 equipo (agulha-filtro)

Biostate – Indicações

Terapia de reposição no tratamento de hemofilia clássica (Hemofilia A) e no controle clínico da Doença de von Willebrand (DvW).

BIORRUB – BULAS2 BIORRUB

Laboratório

Aché

Apresentação de Biorrub

Pó liófilo injetável liofilizado. Frasco-ampola de pó liofilizado de 10 mg com 1 ampola de diluente de 5 mL.
Pó liófilo injetável liofilizado. Frasco-ampola de pó liofilizado de 50 mg.

USO PEDIÁTRICO E ADULTO
USO EXCLUSIVAMENTE INTRAVENOSO

COMPOSIÇÕES
Cada frasco-ampola de 10 mg contém:
cloridrato de doxorrubicina ……………………………… 10 mg
excipiente (lactose) ……………………………………….. 50 mg

Cada ampola de diluente contém:
água para injeção q.s.p. ……………………………………. 5 mL

Cada frasco-ampola de 50 mg contém:
cloridrato de doxorrubicina ……………………………… 50 mg
excipiente (lactose) ………………………………………… 250 mg

ATENÇÃO: Este medicamento deve ser de uso restrito a hospitais, ambulatórios ou clínicas especializadas, devendo ser manipulado por pessoal treinado e conhecedor dos riscos causados por quimioterápicos.

Biorrub – Indicações

Este medicamento está indicado no tratamento do carcinoma da mama; sarcoma de Ewing; leucemia linfocítica aguda; carcinoma de bexiga; sarcoma de Kaposi; sarcomas dos ossos e tecidos moles; linfoma de Hodgkin e não-Hodgkin; neoplasias sólidas das crianças; carcinoma broncogênico; carcinomas de ovário, da tireoide e do estômago; neuro-blastoma e tumor de Wilms.

Contra-indicações de Biorrub

O medicamento não deve ser usado em cardiopatas com insuficiência miocárdica, nem em pacientes com marcante mielossupressão induzida por tratamentos anteriores com outros agentes antitumorais ou radioterapia.
O medicamento está contraindicado também para pacientes que já receberam previamente doses cumulativas completas de doxorrubicina, daunorrubicina (daunoblastina), idarrubicina e/ou outras antraciclinas e antracenos.
Seu uso é contraindicado na gravidez e aleitamento.

Advertências

Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) deve ser administrado sob a vigilância de médico experiente em quimioterapia do câncer.
Deve-se dar atenção especial a possível toxicidade cardíaca causada pela doxorrubicina. A sua dose deve ser reduzida em pacientes que recebem outros fármacos cardiotóxicos como daunorrubicina ou ciclofosfamida.
Como outros fármacos citotóxicos, a doxorrubicina pode induzir hiperuricemia secundária pelo rápido ataque às células neoplásicas, podendo ocorrer, desta maneira, aumento do ácido úrico. Deve-se monitorar os níveis de ácido úrico sanguíneo e estar preparado para usar medidas farmacológicas e de suporte para controlar esse problema.
O paciente deve estar sob vigilância máxima no início de cada ciclo de tratamento, com exaustivo controle laboratorial e realização de eletrocardiograma.
Recomenda-se que os pacientes permaneçam hospitalizados durante a primeira fase da terapia e que no início e durante o tratamento realize-se avaliação da função hepática, utilizando os testes convencionais (SGOT, SGPT, fosfatase alcalina e bilirrubinas). Nos pacientes com insuficiência hepática severa é aconselhável diminuir as doses.
Insuficiência cardíaca e/ou cardiomiopatia pode aparecer durante o tratamento ou mesmo até anos após a interrupção do tratamento. Existem informações sobre arritmias algumas horas após a administração.
Existe alta incidência de supressão medular, observando-se principalmente redução no nível de leucócitos, atingindo um máximo entre 10 a 14 dias, com recuperação após 21 dias.
A toxicidade hematológica pode requerer a redução ou suspensão da medicação. O extravasamento no local da aplicação pode provocar dor local, celulite grave, flebite, sensação de queimação e necrose dos tecidos atingidos. Neste caso dever-se-á suspender imediatamente a administração do medicamento nesse local e escolher outra veia para aplicação.
Foi descrita uma reação local na pele no sítio de aplicação, que não foi causada por extravasamento ou infiltração do fármaco, mas aparentemente por hipotonicidade da solução de doxorrubicina reconstituída. Esta reação é conhecida como “flare reaction”, sendo uma reação benigna que ocorre durante ou imediatamente após a infusão, constituída de eritema e/ou prurido, podendo ser tratada com o uso de anti-histamínicos.

ATENÇÃO: Nos cuidados a pacientes pediátricos submetidos a tratamento com doxorrubicina devese evitar o contato do cuidador com a urina ou outros fluidos corpóreos por um período de até 5 dias após cada tratamento (recomenda-se o uso de luvas).

1) Pode ocorrer necrose tecidual local severa se ocorrer extravasamento durante a administração.
Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) não deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea.
2) Toxicidade miocardíaca manifestada na sua forma mais grave por insuficiência cardíaca congestiva (ICC) fatal pode ocorrer durante o tratamento por meses ou anos após o término da terapia. O risco de desenvolver ICC aumenta rapidamente com o aumento total de doses cumulativas de doxorrubicina acima de 450 mg/ m2. Esta toxicidade pode ocorrer com baixas doses cumulativas em pacientes com irradiação mediastinal anterior ou na terapia concorrente com ciclofosfamida ou com doença cardíaca pré-existente.
3) Deve-se reduzir a dosagem em pacientes com diminuição da função hepática.
4) Pode ocorrer mielossupressão intensa.
5) Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) deve ser administrado somente sob supervisão de um médico com experiência no uso de agentes quimioterápicos.

Uso na gravidez de Biorrub

Pode ocorrer redução da vitalidade fetal. Não é recomendado seu uso durante a gravidez.
Estudos com o medicamento têm mostrado ser mutagênico e carcinogênico em animais sob particulares condições experimentais.
Devido à possibilidade de ser excretado no leite materno, recomenda-se que não seja utilizado durante a lactação.

Categoria D de risco na gravidez: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Interações medicamentosas de Biorrub

Há incompatibilidade na administração de doxorrubicina com fluoruracila e aminofilina; pode ocorrer precipitação imediata quando administrada com heparina, furosemida, diazepam e dexametasona.
Aumenta os efeitos cardiotóxicos da ciclofosfamida.
Pode diminuir a resposta de anticorpos de paciente quando administrada com vacina de vírus mortos (pois pode ocorrer supressão dos mecanismos de defesa normais); pode potencializar a replicação viral de vacina com vírus atenuados e aumentar os efeitos adversos da vacina. Deve-se aguardar um intervalo de três meses a um ano entre as aplicações das duas medicações.
Medicamentos que causam discrasias sanguíneas podem aumentar os efeitos leucopênicos e/ou trombocitopênicos.
O risco de cardiotoxicidade é maior em pacientes anteriormente tratados com daunorrubicina.
Estudos relatam que uma administração inicial de paclitaxel infundido por 24 horas seguido de uma infusão de 48 horas de doxorrubicina causa uma significativa diminuição do clearance de doxorrubicina, causando neutropenia profunda e episódios de estomatites mais severas de quando administrados na ordem inversa.
A administração concomitante com progesterona aumenta a indução de neutropenia e trombocitopenia causada pela doxorrubicina.
Medicamentos hepatotóxicos podem aumentar o risco de toxicidade.
Mielodepressores ou radioterapia podem causar mielodepressão aditiva.
Pode ocorrer diminuição dos níveis séricos de carbamazepina, fenitoína e valproato sódico.
A hepatotoxicidade da mercaptopurina e da azatioprina pode ser aumentada.
Pode ocorrer aumento da ocorrência de reações pulmonares quando usada com bleomicina.
Pode ocorrer aumento dos níveis séricos de doxorrubicina, quando administrada conjuntamente com verapamil, com maior incidência de efeitos adversos.
Fenobarbital pode aumentar a eliminação da doxorrubicina.
Entretanto, o significado deste achado ainda não foi determinado.
Em pacientes tratados concomitantemente com ciclosporina pode ocorrer uma maior e mais prolongada hematoxicidade e neurotoxicidade e coma.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Biorrub

Podem ocorrer as seguintes reações: estomatite e esofagite, perturbações gastrintestinais por inflamação da mucosa, em geral 5 a 10 dias após o início do tratamento, náuseas e vômitos agudos são frequentes e podem ser graves. Ulceração e necrose do cólon, especialmente do ceco, podem ocorrer, levando a sangramento ou infecções graves, que podem ser fatais.
Causa hipoplasia de medula, mielossupressão, cardiotoxicidade e imunodepressão.
Pode causar coloração avermelhada na urina por 1 a 2 dias após a administração.
Alopecia, que pode ser reversível com a suspensão do tratamento, hiperpigmentação das unhas e alteração da coloração da língua.
Ocasionalmente podem ocorrer reações de hipersensibilidade, como febre e urticária. Pode ocorrer anafilaxia; foi relatado um caso de sensibilidade cruzada com lincomicina. Estrias próximas ao local de infusão podem ser observadas, sendo uma reação alérgica local e que não deve ser confundida com extravasamento.
Caso ocorra extravasamento durante a infusão intravenosa, pode ocorrer celulite grave, ulceração e necrose tecidual.
Fleboesclerose tem sido relatada especialmente quando são usadas veias pequenas para injeção ou quando uma única veia é usada repetidas vezes.
Ocorrem raramente ruborização facial, conjuntivite e lacrimejamento.

Biorrub – Posologia

Via intravenosa. Não deve ser administrado por via intramuscular ou intratecal. Sua administração deve ser feita por injeção intravenosa ou, no caso de tratamento locorregional de tumores, por infusão intra-arterial lenta ou por cateter.
Tem sido demonstrado que a administração em dose única a cada 3 semanas reduz muito o efeito tóxico representado pelas inflamações da mucosa. A dosagem mais comum é de 60-75 mg/m2, ou 1,2 a 2,4 mg por kg, em uma única injeção intravenosa, administrada com intervalos de 21 dias. Dosagens mais baixas podem ser usadas em pacientes com inadequada reserva medular ou por terapia anterior. Pode-se usar 20 mg/m2 semanalmente ou 30 mg/m2 em 3 dias consecutivos, repetindo-se 4 semanas após.

Caso ocorra insuficiência hepática, recomenda-se o seguinte esquema de doses:

NÍveis de

bilirrubina sérica

Dose recomendada

1,2 – 3,0 mg/100 mL

50% da dose normal

> 3,0 mg/100 mL

25% da dose normal




Quando usada em combinação com outro fármaco quimioterápico, a dosagem mais comum de doxorrubicina é 40 a 60 mg/m2, administrada como uma injeção intravenosa a cada 21 a 28 dias.

Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) 10 mg e 50 mg deve ser reconstituído com 5 mL e 25 mL, respectivamente, de água estéril para injeção, para resultar em uma concentração final de 2 mg/mL.
O medicamento Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) não pode ser reconstituído em solução de cloreto de sódio 0,9% porque, mesmo sob agitação, não ocorre a sua completa dissolução.
Após a adição do diluente, o frasco deve ser agitado até que todo conteúdo seja dissolvido.
Este conjunto deve ser injetado a uma velocidade não inferior a 5 minutos.
O cuidado na administração pode diminuir a chance de infiltração perivenosa, como também diminuir a chance de reações locais, como urticária e o aparecimento de uma faixa eritematosa. Na administração intravenosa de doxorrubicina pode ocorrer extravasamento com ou sem sensação conjunta de picadas e queimação, mesmo se o sangue retornar bem na aspiração da agulha de infusão. Se ocorrer qualquer sinal ou sintoma de extravasamento, a injeção ou infusão deve ser imediatamente interrompida e reiniciada em outra veia.

Administração intravesical para carcinoma monicítico, tumores papilares de bexiga e carcinoma “in situ”:
Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) tem sido usado no tratamento tópico intravesical com instilação de 50 a 60 mg na bexiga, semanalmente, por 4 semanas, a cada 4 semanas, por 6 ciclos, com eficácia. O medicamento deve ser diluído em água para injeção na concentração de 1 mg/mL. Contraindicado em pacientes com tumores de bexiga complicados por estenose e tumores de uretra que impedem o uso de cateter uretral ou complicados por infecção do trato urinário resistente à terapia habitual, e nos casos de tumores invasivos da parede da bexiga.
Não deve ser misturado com heparina ou fluoruracila, uma vez que estes são fármacos incompatíveis, podendo ocorrer formação de precipitado.
Medicamentos de uso parenteral devem ser inspecionados e revisados antes da aplicação, principalmente quanto à descoloração e/ou presença de partículas, quando a solução e a embalagem permitirem.
O frasco-ampola de liofilizado deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC) e protegido da luz.
A solução reconstituída é estável por 24 horas à temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC) e 48 horas sob refrigeração (2oC a 8oC). A solução deverá ser protegida da exposição direta à luz solar. Desprezar qualquer solução reconstituída não utilizada após este tempo.

Dose mínima:
Crianças: 1,2 mg/kg i.v. cada 3 dias.
Adultos: 1,2 mg/kg i.v. cada 3 dias.

Dose máxima:
Crianças: 2,4 mg/kg i.v. cada 21 dias.
Adultos: 2,4 mg/kg i.v. cada 21 dias.

Obs.: Recomenda-se o uso de luvas para manusear e preparar o pó e/ou a solução. Se o pó ou a solução entrarem em contato com a pele ou mucosa, deve-se lavar a região afetada imediatamente com água e sabão. Se os olhos forem atingidos, técnicas de irrigação padrão devem ser utilizadas imediatamente.

Superdosagem

A hemodiálise é inútil, pois a doxorrubicina é excretada em sua maior parte através da via biliar e intestinal. Em caso de superdose, deve-se controlar cuidadosamente a função cardíaca e realizar diariamente contagem das células sanguíneas, a fim de orientar eventuais transfusões.
O tratamento consiste de rigoroso controle da função cardíaca com preparações digitálicas e diuréticas.
O uso de vasodilatadores periféricos tem sido recomendado.
O paciente deve ser hospitalizado para tratamento da mucosa de cólon e instituída antibioticoterapia se necessário.

Características farmacológicas

MODO DE AÇÃO
Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) apresenta como princípio ativo a doxorrubicina, que é também conhecida como adriamicina. A doxorrubicina é um antibiótico antineoplásicos citostático da família das antraciclinas, isolada de culturas de Streptomyces peucetius var. caesius ou de Streptomyces coeruleorubidus. A doxorrubicina fixase rapidamente nas estruturas nucleares da célula, bloqueando a síntese do DNA e do RNA como agente intercalante ao nível do DNA. Possui atividade mutagênica e carcinogênica.
A doxorrubicina deixa rapidamente o plasma sanguíneo para se fixar nos tecidos sob forma ativa e não metabolizada.
A meia-vida inicial de distribuição é cerca de 5 minutos. Enquanto que a lenta eliminação dos tecidos se reflete por uma meia-vida terminal de 20 a 48 horas.
A doxorrubicina é eliminada essencialmente por metabolismo hepático e excretada através da bile e fezes (40 a 50% em 7 dias). A excreção urinária é muito baixa (4 a 5% em 5 dias). Apresenta ligação plasmática de 76%.
Qualquer modificação da função hepática pode, portanto, proporcionar um aumento dos níveis plasmáticos do medicamento, com uma meia-vida muito prolongada em caso de insuficiência hepática severa e um risco de toxicidade cumulativa.
O fármaco não atravessa a barreira hematoencefálica.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

PACIENTES IDOSOS
A dose usual para administração em pacientes idosos é 60 a 75 mg/m2, ou 1,2 a 2,4 mg por kg, em uma única injeção intravenosa, administrada a cada 3 semanas. Uma dose menor deve ser usada em idosos com inadequada reserva medular devido à idade avançada.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

MS – 1.1213.0155
Farmacêutico Responsável: Alberto Jorge Garcia
Guimarães – CRF-SP nº 12.449

Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.

Fabricado por:
LEMERY S.A. – Mártires de Rio Blanco, 54
Col. Huichapan – Cidade do México – México

BIOSINTÉTICA
Importado e embalado por:
BIOSINTÉTICA FARMACÊUTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo – SP
CNPJ nº 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira

Biosintética Assistance: 0800-0151036
www.biosintetica.com.br

Biorrub – Bula para o Paciente

Ação esperada do medicamento: Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) é indicado para o tratamento de neoplasias de localização variada.

Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC). Proteger da luz.

Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, Biorrub® (cloridrato de doxorrubicina) apresenta prazo de validade de 24 meses.
Não utilize o medicamento após o vencimento do prazo de validade.

Gravidez e lactação: Pode ocorrer redução da vitalidade fetal; dessa maneira, não é recomendado seu uso durante a gravidez. Não é recomendado seu uso durante a lactação, devido à possibilidade de ser excretado no leite materno.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Cuidados de administração: O tratamento deve ser seguido conforme solicitado pelo médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Reações adversas: Podem ocorrer reações desagradáveis como: perda de pelos e cabelos, náuseas, vômitos, diarreia, perda do apetite, aftas e esofagite. Pode causar efeitos tóxicos sobre coração e medula. Para maiores detalhes ler o item reações adversas.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: O médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente estiver tomando.

Contraindicações e precauções: É contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula; na gravidez e durante o período de aleitamento; e em pacientes com supressão da medula pós quimioterapia ou radioterapia.
O medicamento pode produzir efeitos tóxicos sobre a medula e coração.
O contato acidental com a pele ou mucosa deve ser tratado imediatamente por lavagens abundantes com água e sabão. Se os olhos forem atingidos, técnicas de irrigação padrão devem ser utilizadas imediatamente.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Data da bula

06/09/2013

BIOPRAZOL – BULAS2 BIOPRAZOL

Laboratório

Glenmark

Referência

Omeprazol Capsulas

Apresentação de Bioprazol

cáps. 10mg: fr. c/ 14. cáps. 20mg: fr. c/ 7 e 14.

Contra-indicações de Bioprazol

Hipersensibilidade ao omeprazol.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Bioprazol

Bioprazol é bem tolerado e as reações adversas são geralmente leves e reversíveis. As seguintes reações foram relatadas; entretanto, na maioria dos casos não foi possível estabelecer relação consistente com o tratam.: náuseas, dor de cabeça, diarréia, prisão de ventre, gases e, mais raramente, erupção cutânea.

Bioprazol – Posologia

A dose usual em casos de úlcera duodenal, úlcera gástrica e esofagite de refluxo é de 20mg por via oral antes do café da manhã. Nos pacientes com úlcera duodenal o alívio dos sintomas é rápido e a cicatrização ocorre no prazo de 2 semanas na maioria dos casos. Naqueles pacientes que não obtiveram cicatrização neste período de tempo, recomenda-se um período adicional de 2 semanas, dentro do qual geralmente ocorre a cicatrização. Nos pacientes com úlcera gástrica ou esofagite de refluxo o alívio dos sintomas é rápido e a cicatrização ocorre no prazo de 4 semanas na maioria dos casos. Naqueles pacientes que não obtiveram cicatrização neste período de tempo, recomenda-se um período adicional de 4 semanas, dentro do qual normalmente ocorre a cicatrização. Nos doentes pouco responsivos com úlcera (gástrica ou duodenal) e pacientes com esofagite de refluxo grave, recomenda-se a dose diária de 40mg, uma vez ao dia, por um período de 4 semanas para aqueles com úlcera duodenal e de 8 semanas para os casos de úlcera gástrica ou esofagite de refluxo grave, dentro dos quais usualmente ocorre a cicatrização. Tratamento de manutenção: Para prevenir a recidiva em pacientes pouco responsivos com úlcera gástrica, recomenda-se a administração diária de 20mg de Bioprazol. Se necessário, a dose pode ser aumentada para 40mg, uma vez ao dia. Para prevenção de recidiva em pacientes com úlcera duodenal e para o tratam. de manutenção de pacientes com esofagite de refluxo cicatrizada, a dose recomendada é de 10mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser aumentada para 20-40mg, uma vez ao dia. Na síndrome de Zollinger-Ellison recomenda-se uma dose inicial de 60mg, uma vez ao dia, que deverá ser ajustada individualmente e por um período de tempo que será determinado pela evolução clínica do paciente. Todos os casos com doenças graves e resposta inadequada a outros tratamentos foram efetivamente controlados em mais de 90% dos pacientes, com doses entre 20 e 120mg diárias. Doses acima de 80mg diárias devem ser divididas em duas tomadas. Não é necessário o ajuste das doses em idosos e em doentes com função renal ou hepática comprometida. Não existe ainda experiência com o uso de Bioprazol em crianças.

BIOPLUS GINSENG – BULAS2 BIOPLUS GINSENG

Laboratório

Kleyhertz

Apresentação de Bioplus Ginseng

80mg c/ 30 ou 60 cáps.

Bioplus Ginseng – Indicações

Estado de fadiga física e mental, adaptógeno ou agente antiestresse.

Contra-indicações de Bioplus Ginseng

Casos de hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. Gravidez. Hipertensão aguda.

Advertências

Hipertensos agudos devem tomar precauções, pois oGinseng pode elevar a pressão. Não deve ser usadodurante a lactação e por pacientes diabéticos.A dose diária não deve ultrapassar 1 cápsula ao dia.

Uso na gravidez de Bioplus Ginseng

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃOMÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA.

Interações medicamentosas de Bioplus Ginseng

Como é um estimulante do SNC, não é recomendado seu uso concomitantemente com outras substânciasestimulantes do SNC, pois o efeito pode ser exacerbado.São relatadas interações com fármacos hormonais, hipoglicemiantes, e anticoagulantes.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Bioplus Ginseng

Relataram-se casos raros de reações gastrintestinais leves e transitórias (como náusea, dor de estômago e diarréia matinal) e insônia, possivelmente relacionados ao ginseng. Além disso, relataram-se raros casosde reações alérgicas.

Bioplus Ginseng – Posologia

A experiência clínica relatada na bibliografia sugereque a dose de 1 cápsula de Bioplus Ginseng éeficaz, segura e bem tolerada.Adultos: uma cápsula ao dia, antes ou após as refeições.As cápsulas são mais facilmente ingeridas comalgum líquido. Recomenda-se em geral manter o tratamento por 4 a 8 semanas. Utilizar por no máximo 3meses.

Superdosagem

A síndrome de abuso do ginseng pode ser detectada pelos sintomas de: insônia, nervosismo, euforia, diarréia matinal, e erupções cutâneas. O paciente deve suspender o uso e procurar um médico.

Bioplus Ginseng – Informações

Bioplus Ginseng é um medicamento fitoterápicoque contém o extrato padronizado de Panax ginsengobtido a partir de raízes da planta Panax ginseng C.A Meyer. Os ginsenosídeos são considerados os responsáveispela maioria das atividades farmacológicadsdo Ginseng. O extrato padronizado de Panaxginseng aumenta o nível geral da atividade celular, oque se evidencia pelo aumento acentuado da capacidademental e física. Com base em suas propriedadesfarmacológicas, os extratos de Ginseng têm sidoclassificados como uma nova classe de compostos conhecidoscomo adaptógenos ou agentes antiestresse.

BIOPAXEL – BULAS2 BIOPAXEL

Laboratório

Aché

Referência

Paclitaxel

Apresentação de Biopaxel

30mg; caixa c/ 1 ampola100mg; caixa c/ 1 ampola

BIOMETROX – BULAS2 BIOMETROX

Laboratório

Aché

Apresentação de Biometrox

2,5mg; caixa c/ 20 compr.50mg; caixa c/ 1 ampola500mg; caixa c/ 1 ampola

Biometrox – Indicações

Doenças Neoplásicas: É utilizado como agente único, ou em combinação com outros agentes quimioterápicos, no tratamento do carcinoma de mama e carcinoma epidermóide de cabeça epescoço, na micose fungóide avançada e no carcinoma de pulmão, particularmente os espinocelulares e os de células pequenas.Em combinação com outros quimioterápicos, também é utilizado nos casos de linfoma não-Hodgkin avançados.Biometrox (metotrexato) em altas doses, seguido por folinato cálcico, em combinação com outros agentes quimioterápicos, é efetivo em prolongar a sobrevida livre de doença em pacientescom osteossarcoma não-metastático que sofreram ressecção cirúrgica ou amputação do tumor primário.Este medicamento é indicado no tratamento de coriocarcinoma gestacional, corioadenoma destruens e Mola Hidatiforme.Na leucemia linfocítica aguda, Biometrox (metotrexato) é indicado na profilaxia da leucemia meníngea e é utilizado na terapia de manutenção em combinação com outros agentes quimioterápicos.Também é utilizado no tratamento da leucemia meníngea, psoríase grave e incapacitante, e artrite reumatóide.

Contra-indicações de Biometrox

Pacientes que apresentam síndromes de imunodeficiência e discrasias sangüíneas preexistentes,tais como: hipoplasia, leucopenia, trombocitopenia ou anemia significante, não devem receberBiometrox (metotrexato).Pacientes com hipersensibilidade conhecida ao Biometrox (metotrexato) ou aos demais componentesda fórmula não devem receber o medicamento.Gravidez e lactação

Advertências

Biometrox (metotrexato) pode provocar toxicidade severa. Os efeitos tóxicos podem estar relacionados com freqüência à dose ou à periodicidade de administração, mas eles têm sido observadosem todas as dosagens. A maioria das reações adversas é reversível, se detectadas precocemente.Quando o medicamento for administrado em altas doses, deve-se tomar precauções na ocorrência demielotoxicidade, hepatotoxidade aguda ou crônica, tosse seca, pneumonite e nefrotoxicidade. Não se deve administrar o medicamento por via intratecal caso o medicamento tenha conservantes em sua formulação.Precaução deve ser tomada na administração do medicamento em casos de infecção por Pneumocystiscarinii, desenvolvimento de linfomas malignos e reações cutâneas severas e algumas vezes fatais.Os riscos sobre a reprodução devem ser discutidos com homens e mulheres que estejam recebendoBiometrox (metotrexato).

Uso na gravidez de Biometrox

Biometrox (metotrexato) pode causar morte fetal ou efeitos teratogênicos quando administrado a mulheres grávidas.Este medicamento é contra-indicado em mulheres grávidas com psoríase ou artrite reumatóide e deveser utilizado somente quando os benefícios forem superiores aos riscos para o feto, a critério médico.Mulheres em idade fértil devem ter o diagnóstico de gravidez descartado durante o tratamento com Biometrox (metotrexato). A gravidez deve ser evitada se um dos parceiros estiver recebendo Biometrox (metotrexato), por no mínimo 3 meses após a terapia.Como há risco de reações adversas sérias em lactentes por causa da amamentação, este medicamentoé contra-indicado na fase de aleitamento materno.

Interações medicamentosas de Biometrox

Fármacos antiinflamatórios não-esteroidais não devem ser administrados antes ou concomitantementecom altas doses de Biometrox (metotrexato) utilizadas no tratamento do osteossarcoma.A administração concomitante de alguns antiinflamatórios não-esteroidais com altas doses de Biometrox (metotrexato) provocou a elevação e o prolongamentodos níveis séricos do metotrexato, resultando em mortes por toxicidade hematológica egastrintestinal graves. Deve-se ter cautela quando fármacos antiinflamatórios não-esteroidais e salicilatos são administradosconcomitantemente com baixas doses de Biometrox (metotrexato). Estes fármacos reduzem a secreção tubular do metotrexato em modelo animal e podem aumentar sua toxicidade.O metotrexato liga-se parcialmente à albumina sérica e a toxicidade pode aumentar por causa do deslocamento causado por certos fármacos, tais como: salicilatos, fenilbutazona, fenitoína e sulfonamidas. O transporte tubular renal também diminui pela probenecida;o uso do Biometrox (metotrexato) com este fármaco deve ser cuidadosamente monitorizado.No tratamento de pacientes com osteossarcoma, deve-se tomar cuidado se altas doses de Biometrox(metotrexato) forem administradas com agentes potencialmente nefrotóxicos (ex: cisplatina).Antibióticos orais como a tetraciclina, o cloranfenicol e antibióticos de amplo espectro não-absorvíveispodem diminuir a absorção intestinal do metotrexato ou interferir com a circulação entero-hepática, inibindo a flora intestinal e suprimindo o metabolismo da fármaco pela bactéria.As penicilinas podem reduzir o clearance renal do metotrexato.Tem-se observado aumento da concentração plasmática do metotrexato com toxicidadehematológica e gastrintestinal; portanto, o uso do Biometrox (metotrexato) com penicilinas deve sercuidadosamente monitorizado. Pacientes recebendo terapia concomitante com Biometrox (metotrexato) e etretinato ou outros derivados retinóicos devem ser cautelosamente monitorizados por um possível aumento do risco de hepatotoxicidade.Biometrox (metotrexato) pode diminuir o clearance de teofilina; os níveis de teofilina devem ser monitorizados quando utilizados concomitantemente.Preparações vitamínicas contendo ácido fólico ou seus derivados podem diminuir respostas do metotrexato administrado sistemicamente ou intratecalmente.A deficiência de folato pode aumentar a toxicidade do metotrexato.Há relatos de que trimetoprima/sulfametoxazol raramente aumentam a supressão de medula óssea empacientes recebendo Biometrox (metotrexato), provavelmente por um efeito antifolato aditivo.CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE Há evidências de que Biometrox (metotrexato) causa alteração cromossômica a células somáticasanimais e a células humanas da medula óssea, porém o significado clínico disto não é conhecido.Biometrox (metotrexato) causa embriotoxicidade, aborto e defeitos fetais em humanos. Também foi relatada infertilidade, oligospermia e disfunção menstrual durante e por um curto período de tempo após a terapia com Biometrox (metotrexato) em seres humanos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Biometrox

A incidência e a gravidade das reações adversas agudas estão relacionadas à dose e à freqüência deadministração.As reações adversas mais freqüentes incluem estomatite ulcerativa, leucopenia, náusea e desconfortoabdominal, além de mal-estar, fadiga, febre e calafrios, tontura e menor resistência a infecções.Sistema Digestivo: gengivite, faringite, estomatite, anorexia, náusea, vômito, diarréia, hematêmese, melena, ulceração e sangramento gastrintestinal, enterite e pancreatite.Sistema Nervoso Central: cefaléias, sonolência, embaraçamento da visão. Também foram relatadasafasia, hemiparesia, paresia e convulsões após a administração do Biometrox (metotrexato). Apóspequenas doses, alguns pacientes relataram disfunção cognitiva transitória, alteração de humor ou sensações cranianas incomuns.Oftálmicas: conjuntivite e alterações visuais de etiologia desconhecida.Sistema Pulmonar: há relatos de mortes por pneumonia intersticial e casos de doença pulmonar intersticialobstrutiva crônica.Pele: eritema, prurido, urticária, fotossensibilidade, alterações pigmentares, alopecia, equimose, telangiectasia, acne, furunculose, eritema multiforme e síndrome de Stevens-Johnson.Sistema Urogenital: insuficiência renal, nefropatia grave, azotemia, cistite, hematúria, oogênese ou espermatogênese deficiente, oligospermia transitória,disfunção menstrual, secreção vaginal, infertilidade, aborto e defeitos fetais.Psoríase: estudos mostraram que as reações adversas mais comuns no tratamento de psoríase com Biometrox (metotrexato) foram: aumento nos níveis dos testes de função hepática, naúsea, vômito, estomatite, trombocitopenia, exantema, prurido, dermatite, diarréia, leucopenia, pancitopenia e tontura. Outras alterações menos comuns incluem: diminuição de hematócrito, cefaléia, infecção do trato respiratório, anorexia, artralgia, dor torácica, tosse, disúria, febre, infecções e secreção vaginal.Outras: foram relatadas reações mais raras relacionadas ao uso do Biometrox (metotrexato), tais como:vasculite, infecções oportunistas, artralgia/mialgia, perda de libido/impotência, diabete, osteoporose emorte súbita. Reações anafilactóides também foram reportadas.

Biometrox – Posologia

Doenças Neoplásicas: A solução injetável de Biometrox (metotrexato) não contém conservantes em sua fórmula, podendo ser administrada pelas vias intramuscular (IM), intravenosa(IV), intra-arterial ou intratecal. Os medicamentos parenterais devem ser inspecionados visualmente quanto à presença de partículas e descoloração antes da administração,sempre que o frasco e a solução o permitirem. As doses individuais ou personalizadas e as suas freqüências devem ser definidas pelo médico especialista. O objetivo do esquemaposológico aqui apresentado é indicar uma orientação geral para a farmacoterapia.Regime de altas doses de metotrexato necessitam de resgate com folinato cálcico (ácido folínico).Coriocarcinoma e Doenças Trofoblásticas Similares: Biometrox (metotrexato) deve ser administrado por via IM em doses de 15 a 30 mg/dia durante 5 dias, repetidas de 3 a 5 vezes, com intervalo de 1 semana ou mais, até que cessar quaisquer sintomas tóxicos que se manifestem.A eficácia do tratamento pode ser avaliada através da análise quantitativa de 24 horas do hormônio gonadotrofina coriônica (HCG) na urina, que deve normalizar ou apresentar níveismenores que 50 UI/24 horas em geral após o 3º ou 4º ciclo, efreqüentemente vem seguida por uma resolução completa daslesões mensuráveis em 4 a 6 semanas. É recomendado umou dois ciclos de Biometrox (metotrexato) após a normalizaçãodo HCG. Antes de cada ciclo, recomenda-se avaliaçãoclínica cuidadosa.Tem sido útil a terapia de Biometrox (metotrexato) emcombinação cíclica com outros medicamentos.Como a Mola Hidatiforme pode preceder o coriocarcinoma, aquimioterapia profilática com Biometrox (metotrexato) temsido recomendada.O corioadenoma destruens é considerado como sendo umaMola Hidatiforme invasiva. As doses recomendadas sãosemelhantes às doses para o tratamento do coriocarcinoma.Leucemia Linfoblástica Aguda: Em pacientes pediátricos eadolescentes jovens é a mais responsiva à quimioterapia atual.Em pacientes adultos jovens e pacientes idosos, a remissãoclínica é mais difícil de ser obtida e a recidiva precoce é maiscomum.Biometrox (metotrexato) isolado ou em combinação comesteróides foi utilizado inicialmente para indução de remissãonas leucemias linfoblásticas agudas. Mais recentemente, aterapia corticosteróide, em combinação com outros fármacosantileucêmicos ou em combinação cíclica com Biometrox(metotrexato) incluído, parecem produzir remissões rápidas eefetivas. Quando utilizado para indução, Biometrox (metotrexato)em doses de 3,3 mg/m2 em combinação com 60 mg/m2de prednisona, em doses diárias, provocou remissão em 50%dos pacientes tratados, geralmente num período de 4 a 6 semanas.O Biometrox (metotrexato) em combinação comoutros agentes parece ser o fármaco de escolha para assegurara manutenção das remissões induzidas pelo fármaco. Após aremissão ter sido alcançada e medidas de suporte teremprovocado melhora clínica geral, inicia-se a seguinte terapiade manutenção:Administrar 2 vezes por semana, via IM, num total semanal de30 mg/m2. Também pode ser administrado em doses de 2,5mg/kg IV a cada 14 dias. Quando e se ocorrer recidiva, areindução da remissão pode ser atingida, repetindo-se o regimede indução inicial.Leucemia Meníngea: No tratamento ou na profilaxia da leucemiameníngea, Biometrox (metotrexato) deve ser administradointratecalmente. Para tanto, Biometrox (metotrexato)deve ser diluído numa concentração de 1 mg/ml emsolução de cloreto de sódio 0,9% estéril. O volume do fluidocérebro-espinhal depende da idade e não da superfície corporal.As doses sugeridas a seguir baseiam-se na idade e não nasuperfície corporal:Idade Dose (mg)Menos de 1 ano 6 mg1 ano 8 mg2 anos 10 mg3 anos ou mais 12 mgPode ser administrado em intervalos de 2 a 5 dias. Porém, aadministração em intervalos menores que 1 semana poderesultar em aumento da toxicidade subaguda.Biometrox (metotrexato) deve ser administrado até que acontagem celular do fluido cérebro-espinhal volte ao normal.Neste ponto, recomenda-se uma dose adicional. Para a profilaxiacontra a leucemia meníngea, a dose é a mesma quepara o tratamento, exceto para os intervalos da administração.É aconselhável que o médico consulte a literatura.Reações adversas podem ocorrer com qualquer injeção intratecale são comumente neurológicas. Altas doses podem provocarconvulsões.Micose Fungóide: A terapia com Biometrox (metotrexato)parece produzir remissão clínica em cerca de 50% dos casostratados. A dose IM recomendada é de 50 mg uma vez porsemana, ou 25 mg 2 vezes por semana.Osteossarcoma: Um regime quimioterápico adjuvante efetivonecessita da administração de vários agentes quimioterápicoscitotóxicos. Além das altas doses de Biometrox (metotrexato)com resgate de folinato cálcico, podem ser incluídos os seguintesagentes: doxorrubicina, cisplatina e a combinação dableomicina, ciclofosfamida e dactinomicina. A dose inicial paratratamentos com altas doses de Biometrox (metotrexato) éde 12 g/m2. Se esta dose não for suficiente para produzir picosséricos da concentração plasmática de 1 micromolar ao fim dainfusão de Biometrox (metotrexato), a dose pode se elevaraté 15 g/m2 em tratamentos subseqüentes. Se o paciente estivervomitando, ou não tolerar medicação oral, deve-se administrarfolinato cálcico IV ou IM. NÃO ADMINISTRAR FOLINATOCÁLCICO INTRATECALMENTE.As doses iniciais recomendadas no tratamento da psoríase são:10 a 25 mg/semana, IM ou IV, em dose única, até que se atinjauma resposta adequada. A dose pode ser gradualmente ajustadapara alcançar resposta clínica ótima. Uma vez atingidaesta resposta, cada dose deve ser reduzida a menor quantidadepossível e o período de repouso ao mais longo possível. O usodo Biometrox (metotrexato) pode permitir a volta à terapiatópica convencional, que deve ser estimulada.Artrite Reumatóide: Pode ser administrado por via IM (intramuscular)na dose de 7,5 a 15 mg/semana.

Superdosagem

O folinato cálcico está indicado para diminuir a toxicidade e reagir aos efeitos de superdoses administradas de Biometrox (metotrexato).A administração de folinato cálcico deve se iniciar tão rápido quanto possível. Quanto maior o intervalo de tempo entre a administração do Biometrox (metotrexato) e do folinato cálcico, sua eficácia diminui. Devem ser monitorados os níveis de Biometrox (metotrexato) sérico, para a determinação dadose ótima e duração do tratamento com folinato cálcico.Em casos de massiva superdose, hidratação e alcalinização da urina podem ser necessárias para prevenir a precipitação do Biometrox (metotrexato) e/ou de seus metabólitos nostúbulos renais.Hemodiálise e diálise peritoneal não têm melhorado a eliminação de Biometrox (metotrexato).Superdose intratecal acidental pode necessitar de intensas medidas de suporte, altas doses de folinato cálcico sistêmico, alcalinização da urina e drenagem rápida do fluido cérebroespinhal.

Biometrox – Informações

Biometrox (metotrexato) é um antagonista do ácido fólico.Por ter estrutura similar, compete e liga-se fortemente à enzima do ácido fólico.Biometrox (metotrexato) inibe a diidrofolato redutase, interferindo com a síntese de DNA (bases purinas) e com a replicação celular. Os tecidos com ativa proliferação celular, tais como:células malignas, células da medula óssea, da mucosa bucal e intestinal e células da bexiga urinária são, em geral, mais sensíveis a este efeito do medicamento. Biometrox (metotrexato)tem afinidade por tecidos que apresentam maior proliferação celular que o normal, como neoplasias, medula óssea, matriz do cabelo e lesões psoriáticas. Biometrox (metotrexato) possui também efeito imunossupressor, sendo utilizado para artrite reumatóide e lúpus eritematoso sistêmico.

BIOMAG – BULAS2 BIOMAG

Laboratório

Aché

Referência

Sibutramina

Apresentação de Biomag

Cápsulas de 10 ou 15 mg. Embalagem com 30 cápsulas.

GEVRAL SUPPER – BULAS2 GEVRAL SUPPER

Laboratório

Whitehall

Apresentação de Gevral Supper

sol. oral fr. c/ 120 ml

Gevral Supper – Indicações

Suplemento vitamínico-mineral.

Gevral Supper – Posologia

Meio copo-medida (5 ml), diariamente.

Gevral Supper – Informações

Composição:Adultos: Cada 5 ml contém:Retinol (vitamina A)… 5000UI (187%)*Mononitrato de tiamina (vitamina B1).1,5 mg (107%)*Ergocalciferol (vitamina D)..400 UI (200%)*Cianocobalmaina (vitamina B12)..6 mcg (600 %)*Riboflavina (vitamina B2)..1,7 mg (106%)*Nicotinamida ..20 mg (111%)*D-pantenol..6,25 mg (111%)*Flúor (como fluoreto de sódio)…45,25 mcg (1%)*Ferro (como edatato férrico de sódio)…25 mg (179%)*Cálcio ( como lactato de cálcio)…25 mg (3%)*

BIOGRIPE – BULAS2 BIOGRIPE

Laboratório

Bio-macro

Apresentação de Biogripe

Xpe: fr. c/ 100ml Gotas: fr. c/ 20mlcáps.: fr. c/ 20 cáps.

Biogripe – Informações

CÁPSULASParacetamol 400,00 mgMaleato de Clorfenamina 4,00 mgCloridrato de Fenilefrina 4,00 mgExcipiente q.s.p. 4,00 mgGotas Cada ml contém: Paracetamol 100,00 mg, Maleato de Clorfenamina 2,00 mg, Cloridrato de Fenilefrina 2,00 mg, Veículo q.s.p. 1ml, Excipiente: (Polietilenoglicol 400, Glicerina, Sacarina Sódica, Ciclamato de Sódio, Nipagin, Nipazol, Corante Amarelo Tartrazine, Aroma Artificial de Laranja, Aroma Artificial de Tangerina) Cada 5ml do produto contém: Paracetamol 200,00mg, Maleato de Clorfenamina 3,00mg, Cloridrato de Fenilefrina 3,00mg, Veículo q.s.p. 5,00mg Veículo: (Polietilenoglicol, Glicerina, Álcool Etílico, Propilinoglicol, Nipagin, Nipazol, Sacarina Sódica, Ácido Citrico, Açucar, Citrato de Sódio, EDTA Sódico, Corante Amarelo Tartrazina, Aroma Artificial, Água deionizada).

BIOGLIC – BULAS2 BIOGLIC

Laboratório

Biolab

Referência

Glimepirida

Apresentação de Bioglic

compr. 1 mg. cx. c/ 30 compr.compr. 2 mg. cx. c/ 30 compr.compr. 4 mg. cx. c/ 30 compr.

Contra-indicações de Bioglic

Bioglic® não deve ser usado por pacientes portadores de diabetes melito insulino-dependente (tipo I ou diabetes juvenil), em casos de pré-coma ou coma diabético, cetoacidose diabética, insuficiência hepática e renal graves ou em pacientes sob diálise, pacientes com hipersensibilidade à glimepirida ou outras sulfoniluréias, derivados sulfonamídicos ou a qualquer componente da formulação. Bioglic® é contra-indicado durante a gravidez e a amamentação.

Advertências

Gerais – Durante as primeiras semanas de tratamento, o risco da ocorrência de hipoglicemia pode estar aumentado necessitando de uma monitoração cuidadosa, a fim de um possível ajuste da posologia de Bioglic®. Os fatores que mais favorecem a hipoglicemia são: indisposição ou incapacidade do paciente em cooperar, desnutrição, alteração na dieta, desequilíbrio entre o esforço físico e ingestão de carboidratos, consumo de álcool, função renal comprometida, descompensação hormonal, insuficiência hepática, superdosagem com Bioglic® e associação com outros medicamentos. Uma dieta adequada, exercícios físicos regulares e, se necessário, redução do peso corporal são tão importantes quanto o uso regular de Bioglic® para que se obtenha um controle adequado da glicemia. O paciente deve ser orientado a informar imediatamente ao médico qualquer reação do tipo hipoglicêmico que apresenta os seguintes sinais clínicos: poliúria, polidipsia, secura da boca e pele ressecada.A hipoglicemia pode ser prontamente corrigida por administração de carboidratos (glicose ou açúcar, por exemplo, sob a forma de açúcar puro, suco de frutas ou chá adoçados). Para este propósito, os pacientes devem carregar consigo um mínimo de 20 g de glicose e podem necessitar da ajuda de outras pessoas para evitar complicações. Adoçantes artificiais não são efetivos no controle da hipoglicemia. Em casos de hipoglicemia severa o tratamento deve ser imediato, acompanhamento pelo médico e, em algumas circunstâncias, o paciente deve ser hospitalizado. Atenção especial deve ser mantida nos casos de trauma, cirurgia, moléstias infecciosas e febris, intervenções cirúrgicas e outras situações com possibilidade de desequilíbrio metabólico, nestes casos pode ser necessário administrar um tratamento insulínico, afim de manter um adequado controle metabólico.Durante o tratamento com Bioglic® devem ser realizadas as determinações periódicas dos níveis de glicemia e glicosúria, juntamente medindo-se a proporção de hemoglobina glicosilada e possivelmente de fructosamina. Pode ocorrer diminuição do estado de alerta do paciente, conseqüente à hipo ou hiperoglicemia, especialmente no início ou após alterações no tratamento ou quando Bioglic® não for administrado regularmente, afetando por exemplo, a habilidade em conduzir veículos e/ou operar máquinas.

Uso na gravidez de Bioglic

Gravidez – Os estudos em humanos, ainda não apresentam dados bem estabelecidos do uso de glimepirida durante a gravidez, portanto se torna contra-indicado seu uso durante a gestação.Lactação – O uso de glimepirida durante a amamentação é contra-indicado.

Interações medicamentosas de Bioglic

O uso concomitante de Bioglic® com outros fármacos ou a interrupção do uso de outros fármacos durante o tratamento com Bioglic® podem levar a modificações no controle do nível de açúcar no sangue. Portanto, outros medicamentos somente devem ser administrados com conhecimento ou sob prescrição do médico.As seguintes substâncias administradas concomitantemente com glimepirida podem promover a potencialização do seu efeito terapêutico, com acentuação da diminuição do nível de açúcar no sangue e conseqüente hipoglicemia: insulina ou outro antidiabético oral, inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA), alopurinol, esteróides anabolizantes e hormônios masculinos, cloranfenicol, derivados cumarínicos, ciclofosfamidas, disopiramida, fenfluramina, feniramidol, fibratos, fluoxetina, guanetidina, ifosfamida, inibidores da monoaminoxidase, miconazol, ácido paraminosalicílico, pentoxifilina (uso parenteral em doses elevadas), fenilbutazona e oxifenilbutazona, azapropazona, probenecida, quinolonas, salicilatos, sulfimpirazona, sulfonamidas, tetraciclinas, tritoqualina, trofosfamida.As seguintes substâncias atuam reduzindo o efeito hipoglicemiante da glimepirida, quando administradas simultaneamente, podendo contribuir para aumentar o nível de açúcar no sangue, ou seja, ação hiperglicemiante: acetazolamida, barbitúricos, corticosteróides, diazóxido, diuréticos, epinefrina (adrenalina) e outros agentes simpaticomiméticos, glucagon, laxantes (uso abusivo), ácido nicotínico (em doses elevadas), estrogênios e progestágenos, fenotiazínicos, fenitoína, rifampicina, hormônios da tireóide.Antagonistas de receptores H2, clonidina e reserpina podem induzir tanto à potencialização quanto à diminuição do efeito hipoglicemiante da glimepirida, quando administrados simultaneamente.Beta-bloqueadores diminuem a tolerância à glicose. Em pacientes com diabetes melito, podem levar à deterioração do controle metabólico. Além disso, os beta-bloqueadores podem aumentar a tendência à hipoglicemia (devido a alterações no mecanismo de contra-regulação).Sob influência de fármacos simpaticolíticos, como beta-bloqueadores, clonidina, guanetidina e reserpina, os sinais da contra-regulação adrenérgica para hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes. O álcool pode potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante de Bioglic®, desencadeando uma reação tipo dissulfiram caracterizada por vermelhidão no rosto e pescoço. O uso de Bioglic® pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Bioglic

Hipoglicemia: possíveis sintomas de hipoglicemia incluem dor de cabeça, excesso de apetite, náusea, vômitos, fadiga, insônia, alteração do sono, inquietação, agressividade, falta de concentração, depressão, confusão mental, alterações da fala e da visão, afasia, tremor, paresias, distúrbios sensoriais, tontura, sensação de abandono, perda do próprio auto controle, delírio, convulsão, sonolência e alterações da percepção, podendo evoluir para coma, dificuldade de respiração e bradicardia. Sinais de contra-regulação adrenérgica apresentam-se sob a forma de sudorese, pele úmida e fria, ansiedade, taquicardia, hipertensão, palpitação, angina do peito e arritmias cardíacas. O quadro clínico de um ataque hipoglicêmico severo pode assemelhar-se à apoplexia. Os sintomas de hipoglicemia quase sempre diminuem quando esta é corrigida.Olhos: especialmente no início do tratamento, podem ocorrer alterações visuais temporárias, devido às modificações nos níveis de glicose no sangue.Trato digestivo: ocasionalmente, podem ocorrer náusea, vômito, sensação de plenitude gástrica, dor abdominal e diarréia. Em casos isolados, pode-se observar aumento das enzimas hepáticas, alterações na função hepática (por exemplo, colestase e icterícia) e hepatite, fatores contributivos para insuficiência hepática.Sangue: em casos isolados, leucopenia, anemia hemolítica ou ainda eritrocitopenia, granulocitopenia, agranulocitose e pancitopenia (por supressão medular) e raramente trombocitopenia. Alterações severas podem ocorrer na crase sangüínea.Outras reações adversas: ocasionalmente, reações alérgicas ou pseudoalérgicas tais como prurido, urticária ou erupções. Tais reações são leves, mas podem tornar-se severas, acompanhadas por dispnéia e hipotensão arterial, às vezes evoluindo até choque.Em casos isolados, podem ocorrer diminuição do sódio sérico, vasculite alérgica e hipersensibilidade cutânea à luz.

Bioglic – Posologia

A dose deve ser suficiente para atingir o controle metabólico exigido. As doses iniciais e de manutenção são baseadas nos resultados de monitoração regular da glicemia e glicosúria.Dose inicial recomendada: é de 1 mg de Bioglic® diariamente. Se necessário, esta dose diária poderá ser aumentada. Recomenda-se que tal aumento se faça de acordo com o controle do nível de glicose no sangue e de forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg, 6 mg. A dose inicial recomendada para pacientes com diabetes bem controlado é de 1 a 4 mg de Bioglic® ao dia. Doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) somente são eficazes para uma minoria de pacientes; portanto doses superiores não devem ser utilizadas. A distribuição das doses é determinada pelo médico, levando-se em consideração o quadro clínico do paciente. Normalmente, uma única dose diária de Bioglic® é suficiente.Ajuste secundário da dose: a sensibilidade à insulina aumenta à medida que melhora o controle do diabetes, portanto, as necessidades de glimepirida podem diminuir durante o tratamento. Para evitar a hipoglicemia, deve-se considerar oportuna uma temporária redução na dose ou interrupção da terapia com Bioglic®. Um ajuste de dose deverá ser considerado caso ocorram mudanças no peso ou no estilo de vida do paciente, ou ainda na ocorrência de outros fatores que aumentem a susceptibilidade para hipo ou hiperglicemia.Duração do tratamento: o tratamento com Bioglic® é de longa duração, dependente da resposta e evolução do paciente e da conduta e decisão do médico responsável.Substituição de outros antidiabéticos orais por Bioglic®: não há uma exata relação entre a dose de Bioglic® e a de outros agentes hipoglicemiantes orais. Em caso de substituição desses agentes por Bioglic®, a dose diária inicial deve ser de 1 mg, mesmo quando se parte de doses máximas de outro agente hipoglicemiante oral. Todo aumento na dose de Bioglic® deve ser realizado de forma gradual seguindo-se as diretrizes acima descritas. Deve-se ter em conta a potência e a duração da ação do agente hipoglicemiante empregado previamente. Pode ser necessário interromper o tratamento para evitar efeitos aditivos que aumentariam o risco de hipoglicemia. Em alguns casos de pacientes com diabetes tipo II anteriormente controlado com insulina, uma substituição por Bioglic® pode ser indicada. A substituição geralmente deve ser feita no hospital. SuperdosagemSintomas: superdosagens significativas e reações severas como perda da consciência ou outros distúrbios neurológicos graves requerem tratamento imediato, hospitalização e cuidados intensivos. Tratamento: em caso de evidente superdosagem, o médico responsável deve ser informado imediatamente. O paciente deve ingerir açúcar de imediato, se possível na forma de glicose. Cuidados devem ser tomados até que o médico comprove que o paciente está fora de perigo. A hospitalização pode vir a ser necessária em algumas ocasiões. Se o paciente estiver inconsciente é indicado uma injeção endovenosa de solução concentrada de glicose (adultos inicia-se com 40 ml de solução a 20%). Para adultos, pode-se considerar a administração de glucagon em doses de 0,5 a 1 mg por via endovenosa, subcutânea ou intramuscular. Em crianças e adolescentes, a dose de glicose deve ser administrada cuidadosamente, pela possibilidade de ocorrer hiperglicemia severa e deve ser regulada pelo controle da glicose no sangue. A ingestão excessiva de Bioglic® requer medidas rápidas de desintoxicação (lavagem gástrica e carvão ativado).

Modo de usar

os comprimidos de Bioglic® devem ser engolidos sem mastigar e com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo). Recomenda-se administrar imediatamente antes da primeira refeição ou da refeição principal. É muito importante alimentar-se bem após a administração da medicação.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Pediatria – A segurança e a eficácia do uso de glimepirida em crianças ainda não estão bem estabelecidas, portanto se torna contra-indicado seu uso em crianças.Geriatria (idosos) – Estudos realizados a fim de comparar as diferenças farmacocinéticas em idosos com menos e com mais de 65 anos, demostraram que não houve nenhuma diferença significativa entre os dois grupos.Insuficiência renal – Os resultados de estudos realizados com glimepirida sugerem que a dose de 1 mg pode ser administrada em pacientes com disfunção renal não grave. Esta dosagem de 1 mg pode ser titulada, baseada nos níveis de glicose sangüínea do paciente em jejum.Insuficiência hepática – Não há estudos que comprovem a eficácia e a segurança em pacientes com disfunção hepática, portanto se torna contra-indicado o seu uso nesses pacientes.

BIOFLORIN – BULAS2 BIOFLORIN

Laboratório

Hebron

Apresentação de Bioflorin

Susp. oral: caixa c/ 5 e 100 flaconetes de 5mL, cada.

Bioflorin – Indicações

– Distúrbios da flora intestinal causados por germes patógenos intestinais.- Distúrbios da flora intestinal causados pelo uso de antibióticos.

Contra-indicações de Bioflorin

Não são conhecidas até o momento condições que contra indiquem o uso do Bioflorin.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Bioflorin

Não foram relatadas até o momento reações adversas, colaterais, ou alterações de exames laboratoriais com o uso do Bioflorin.

Bioflorin – Posologia

Administração por via oral.Tomar o conteúdo de 1 flaconete de 12/12 horas ou a critério médico.Deve ser tomado, de preferência, com algum tipo de líquido, nos intervalos das refeições.

Bioflorin – Informações

Este medicamento é um antiinfeccioso e eubiótico, constituído pela cultura de Saccharomyces cerevisiae FR 1972, o qual é um levedo não patogênico e que, a exemplo de outras cepas de Saccharomyces, apresenta atividade bactericida/bacteriostática sobre germes patógenos intestinais. Este levedo é capaz de realizar a síntese de vitaminas do complexo B, possui atividade antimicrobiana, estimula o sistema retículo-endotelial, exerce ação enzimática complementar ao suco digestivo, sendo ainda resistente às secreções gástricas e duodenal, e aos antibióticos e quimioterápicos, mesmo em concentrações superiores às que são observadas no tubo digestivo durante os tratamentos. Além disso, apresenta propriedades benéficas para a flora normal. Acredita-se que a ação do Saccharomyces na diarréia infecciosa, pode estar relacionada a um efeito antagônico direto do levedo, administrado em altas concentrações, frente a populações bacterianas anormalmente elevadas. O mecanismo de ação do Saccharomyces tem sido estudado por vários autores, com destaque para a ação de duas proteínas produzidas por esta levedura: bactericina e a killer toxina. A bactericina é uma proteína de alto peso molecular dotada de ação antibiótica, e a killer toxina, proteína de peso molecular 11.470. A cepa do Saccharomyces cerevisiae FR 1972, estudada pelo Departamento de Antibióticos da Universidade Federal de Pernambuco, apresentou-se com boa atividade terapêutica em pacientes portadores de distúrbios da flora intestinal, causados por microorganismos patógenos ou pelo uso de antibióticos.